04 Mar 2008 by Roberto Kuppê
terça-feira, 4 de março de 2008
Nasce o verdadeiro Extra Rondônia, um Jornal com seriedade e responsabilidade social
PORTO VELHO- Foi ao ar agora há pouco, exatamente às 11h55, horário de Rondônia, o jornal eletrônico Extra Rondônia (www.extrarondonia.com.br), que nasce da iniciativa do empresário e jornalista Roberto Kuppê, que afirma estar buscando levar à população notícias de cunho social e que mostrem a realidade do cotidiano de famílias rondonienses muitas vezes vítimas do descaso do poder público. De acordo com seu idealizador, o verdadeiro Extra Rondônia- diferentemente de outro sítio com mesmo nome, sem registro, com endereço e dados falsos- tem dono, endereço e equipe de profissionais própria, e todos estes com RG, CPF e residência fixa em Porto Velho. “Queremos mostrar que podemos fazer um trabalho sério, utilizando os melhores profissionais e com um objetivo único de levar um jornalismo sério e com compromisso social”, detalha o empresário. A equipe do Extra Rondônia é liderada em Porto Velho pelo jornalista Rondineli Gonzalez, que tem ainda como colega de redação o veterano Marcos Henrique “Tóia”, ambos com carreira moldada em grandes jornais da Capital. A sede do Extra Rondônia fica situada na Avenida Migrantes, 2905, Sala B, Bairro Costa e Silva, zona Norte de Porto Velho, e bem ao lado do Instituto Matheus Moraes. “A politicagem e os releases de auto-promoção não serão permitidos em nossa linha editorial. Em contrapartida, todo e qualquer material que apresente ações de ajuda ao desenvolvimento social de Rondônia serão destacadas em nossa home page e no jornal impresso”, detalha Kuppê. A primeira edição impressa do Extra Rondônia está agendada para o dia 28 de março, e vai ter como destaque principal a inauguração da sede oficial do Instituto Matheus Moraes, em Brasília, programada para o dia 26/03.
04 Mar 2008 by Roberto Kuppê
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Fidel Castro defende Equador e acusa EUA de "crime monstruoso"
Fidel Castro, 81, ditador afastado formalmente do poder desde 18 de fevereiro, disse nesta terça-feira que os Estados Unidos cometeram "um monstruoso crime" ao matar a sangue frio guerrilheiros colombianos no Equador. Disse também que o presidente equatoriano, Rafael Correa, tem provas suficientes para passar de acusado a acusador, segundo um artigo publicado nesta terça-feira. "O imperialismo acaba de cometer um monstruoso crime no Equador", disse.
A acusação de Fidel contra os EUA se refere ao ataque levado a cabo por forças colombianas contra a guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, no último sábado (1º), que causou a morte de Raúl Reyes, um dos principais líderes da guerrilha, além de outros 16 membros do grupo, de acordo com a Colômbia. Segundo o governo de Quito, no total seriam 22 mortos.
Fidel Castro, afastado formalmente do poder desde 18 de fevereiro, criticou o ataque colombiano às Farc em território do Equador O ex-líder cubano, que após 49 anos entregou o poder de Cuba --hoje conduzido por seu irmão Raúl--, afirmou que a sangue frio ninguém tem o direito de matar. "As acusações concretas contras esse grupo de seres humanos não justificam a ação. Se aceitarmos esse método imperial de guerra e de barbárie, bombas 'ianques' guiadas por satélites podem cair sobre qualquer grupo de homens e mulheres latino-americanos, em território de qualquer país, havendo ou não guerra", disse Fidel.
Ele afirmou ainda que a ação em terra comprovadamente equatoriana é um agravante, acrescentando que Cuba não é país inimigo da Colômbia e que entre os dois países há uma política declarada de princípios e de paz proclamada há anos com os países da América Latina.
"Atualmente, quando tudo está em risco, não nos converteremos em agressores. Somos partidários da unidade entre os povos do que Martí [José, herói da independência cubana, 1853-1895] chamou de Nossa América", disse Fidel, acrescentando que se calar neste momento o faria cúmplice [da agressão].
Com France Presse
A acusação de Fidel contra os EUA se refere ao ataque levado a cabo por forças colombianas contra a guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, no último sábado (1º), que causou a morte de Raúl Reyes, um dos principais líderes da guerrilha, além de outros 16 membros do grupo, de acordo com a Colômbia. Segundo o governo de Quito, no total seriam 22 mortos.
Fidel Castro, afastado formalmente do poder desde 18 de fevereiro, criticou o ataque colombiano às Farc em território do Equador O ex-líder cubano, que após 49 anos entregou o poder de Cuba --hoje conduzido por seu irmão Raúl--, afirmou que a sangue frio ninguém tem o direito de matar. "As acusações concretas contras esse grupo de seres humanos não justificam a ação. Se aceitarmos esse método imperial de guerra e de barbárie, bombas 'ianques' guiadas por satélites podem cair sobre qualquer grupo de homens e mulheres latino-americanos, em território de qualquer país, havendo ou não guerra", disse Fidel.
Ele afirmou ainda que a ação em terra comprovadamente equatoriana é um agravante, acrescentando que Cuba não é país inimigo da Colômbia e que entre os dois países há uma política declarada de princípios e de paz proclamada há anos com os países da América Latina.
"Atualmente, quando tudo está em risco, não nos converteremos em agressores. Somos partidários da unidade entre os povos do que Martí [José, herói da independência cubana, 1853-1895] chamou de Nossa América", disse Fidel, acrescentando que se calar neste momento o faria cúmplice [da agressão].
Com France Presse
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Liberdade a matadores do fazendeiro Arantes
Dois dos três acusados de envolvimento no assassinato do fazendeiro José Arantes, em Vilhena, se apresentaram à Polícia e confessaram o crime, alegando uma dívida trabalhista como motivo da execução. O ex-empregado do fazendeiro, Nelson Rodrigues da Costa vulgo Índio e Damião Pequeno foram apresentados ao delegado Airton Cândido, da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Vilhena, pelo advogado Lídio Barbosa, de Colorado do Oeste, na última sexta-feira. Arantes sofreu uma tentativa de homicídio no último dia 24, no centro de Vilhena, e ficou internado em estado num hospital da cidade e morreu na tarde da última sexta-feira quando estava sendo transferido para Porto Velho. Nelson Rodrigues, o Índio, e Damião Pequeno disseram à Polícia que o crime ocorreu em função de uma dívida que o fazendeiro tinha com eles. Segundo Índio, Arantes se negava a quitar uma dívida de salários referente há época em que trabalhava na fazenda, mas a polícia trabalha com diversas frentes de investigações. Uma delas, a mais intrigante, de que o fazendeiro vinha recebendo ameaças, cujos nomes foram divulgados com exclusividade na primeira e única entrevista concedida pelo fazendeiro à Folha de Rondônia. O inquérito está sendo presidido pelo delegado Airton Cândido. José Arantes tinha 66 anos de idade e morava no município de Três Lagoas, no Estado do Mato Grosso do Sul. Segundo amigos, ele era proprietário de terras em Vilhena e de uma fazenda no município de Cerejeiras. O corpo do empresário foi transladado no sábado para o Mato Grosso do Sul onde moram seus familiares.Na tarde do último sábado, familiares do fazendeiro entraram em contato com a reportagem da Folha, na Sucursal em Vilhena, para saber mais detalhes da morte do fazendeiro. Um dos filhos disse que estaria vindo a Rondônia para acompanhar pessoalmente o desfecho das investigações e acredita que a morte do pai tenha sido encomendado por grileiros, vez que o pai havia comentado com a família sobre as ameaças que vinha sofrendo.Na manhã de ontem a reportagem da Folha esteve na Delegacia de Polícia Civil de Vilhena para conversar com o delegado que irá presidir o inquérito. Como estava ausente, a Delegada regional Dra. Maria Mercês de Oliveira disse que todas pessoas citadas na reportagem da Folha deverão ser intimadas para prestar esclarecimentos.
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Venezuela fecha fronteira com Colômbia, que acusa Farc de tentar fazer "bomba suja"
da Efe, em Caracasda Folha Online
O ministro venezuelano de Agricultura e Terras, Elías Jaua Milano, anunciou hoje que o governo da Venezuela ordenou o fechamento da fronteira com a Colômbia, em uma situação que já registra movimentos de tropas e a expulsão dos funcionários da embaixada colombiana.
"Tomamos algumas medidas, como o fechamento da fronteira", disse Milano à emissora estatal venezuelana VTV.
O anúncio acontece pouco depois de o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos Calderón, denunciar na Conferência de Desarmamento da ONU (Organização das Nações Unidas) a intenção das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) de obter material radioativo para a fabricação de uma "bomba suja" --artefato explosivo convencional misturado com componentes nucleares (ou ainda químicos ou biológicos).
Santos Calderón disse que, em dois computadores apreendidos no fim de semana passado e que pertenciam a Raúl Reyes, o "número dois" das Farc morto no último sábado, foi encontrada informação sobre a possível "negociação de material radioativo, base primária para gerar armas sujas de destruição e terrorismo".
"Esta informação indica que, com base no poder econômico oferecido pelo narcotráfico, os grupos terroristas são uma ameaça muito grave não só para nosso país, mas para toda a região andina e latino-americana", acrescentou o vice-presidente.
Santos Calderón disse que a informação ainda está sendo analisada, mas mostra o perigo que as Farc representam.
"Em meu país, temas como o tráfico de armas, munição e explosivos e o acesso de grupos terroristas a diferentes tipos de armas não estão no âmbito acadêmico. Fazem parte de nossa realidade cotidiana e são uma séria ameaça contra nossa população."
Raúl Reyes foi morto no sábado passado em uma operação realizada pelas forças militares da Colômbia em território equatoriano, na qual também morreram mais 20 guerrilheiros.
Tensão
O Equador rompeu relações diplomáticas com a Colômbia e a Venezuela expulsou o embaixador colombiano. Ao mesmo tempo, os países da América Latina se mobilizam para conter a crise diplomática, iniciada após um ataque colombiano contra a guerrilha Farc (Forças Armadas revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, ocorrido no ultimo sábado (1º), e que levou à morte Raúl Reyes, um dos principais líderes da guerrilha, além de outros 16 membros das Farc.
As decisões de Caracas e Quito de romper relações diplomáticas com a Colômbia foram adotadas depois que Bogotá revelou a suposta existência de acordos das Farc com os governos de Equador e Venezuela.
20.ago.2003/João Wainer/Folha Imagem
Raúl Reyes, um dos pricipais líderes das Farc, morto no sábado pela Colômbia
Bogotá informou que as revelações serão apresentadas à OEA (Organização dos Estados Americanos), cujo conselho permanente se reunirá nesta terça-feira.
O presidente do Equador, Rafael Correa, que iniciou uma viagem por vários países latino-americanos para tentar obter apoio em meio à crise, pediu aos "governos da região que formem fileiras frente ao "nefasto e traidor" ato da Colômbia contra as Farc em seu território. Amanhã, ele estará no Brasil para encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Libertação de Betancourt
Correa afirmou nesta segunda-feira que o ataque colombiano contra um acampamento das Farc no Equador frustrou a libertação da franco-colombiana Ingrid Betancourt e de outros dez reféns da guerrilha, que deveria ocorrer em março no território equatoriano.
Os seis reféns [todos ex-congressistas colombianos] libertados pelas Farc recentemente relataram que a franco-colombiana Betancourt se encontra muito mal de saúde e sofre de hepatite B. Em carta enviada à família, no ano passado, Betancourt deu sinais de que está à beira do desespero, dizia que perdeu o apetite, que não come, e que seu cabelo caía "em grande quantidade". "Aqui vivemos mortos", disse na carta.
AP
Foto de Betancourt divulgada pelas Farc; saúde debilitada preocupa familiares
"Lamento informar que as negociações estavam bastante avançadas para libertar no Equador 12 reféns, entre eles (a ex-candidata presidencial) Ingrid Betancourt" e os três norte-americanos", disse Correa em uma mensagem à Nação, na qual justificou a ruptura das relações com Bogotá.
Bogotá reagiu imediatamente e rebateu a versão do presidente equatoriano e afirmou que as conversas do governo deste país com as Farc "têm mais as características de tráfico de seqüestrados com fins políticos".
Ontem, a França admitiu que Reyes era o contato do governo francês nas negociações da libertação de Betancourt.
Documentos
Segundo a Colômbia, os acordos entre Caracas e Quito com as Farc são evidenciados em documentos e fotografias encontrados em três computadores apreendidos no acampamento onde morreu Reyes, situado no Equador a 1,8 km da fronteira bilateral.
O ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, disse que o país não enviará mais forças à fronteira e disse que as informações encontradas nos computadores eram "preocupantes".
Ele disse ainda que os contatos entre Reyes e o ministro da Segurança equatoriano, Gustavo Larrea, que para ele provam "uma convivência, uma espécie de associação do governo do Equador com a guerrilha".
Larrea admitiu que se reuniu em janeiro com Reyes fora do Equador e da Colômbia para tentar obter a libertação dos reféns das Farc.
Venezuela
A respeito da Venezuela, o chefe da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, revelou que um dos arquivos encontrados afirma que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, entregou US$ 300 milhões às Farc.
"Esta nota traz implícita uma proximidade e torna evidente uma aliança em termos armados das Farc e o governo da Venezuela", disse.
Efe/AP
(Da esq. para a dir.) Os presidentes da Venezuela (Hugo Chávez), do Equador (Rafael Correa) e da Colômbia (Álvaro Uribe)
O ministro do Interior da Venezuela, Ramón Rodríguez Chacín, rebateu as acusações e disse "são falácias absolutas".
Ele disse ainda que a Colômbia manipula os dados do computador de Reyes para justificar uma "guerra preventiva" contra a Venezuela e acusou o chefe da polícia colombiana de ligações com o narcotráfico.
A preocupação com a crise se espalhou por todo o continente e vários países, incluindo o Brasil, defendem a via diplomática. O governo dos Estados Unidos respaldou as ações da Colômbia contra as Farc.
O ministro venezuelano de Agricultura e Terras, Elías Jaua Milano, anunciou hoje que o governo da Venezuela ordenou o fechamento da fronteira com a Colômbia, em uma situação que já registra movimentos de tropas e a expulsão dos funcionários da embaixada colombiana.
"Tomamos algumas medidas, como o fechamento da fronteira", disse Milano à emissora estatal venezuelana VTV.
O anúncio acontece pouco depois de o vice-presidente da Colômbia, Francisco Santos Calderón, denunciar na Conferência de Desarmamento da ONU (Organização das Nações Unidas) a intenção das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) de obter material radioativo para a fabricação de uma "bomba suja" --artefato explosivo convencional misturado com componentes nucleares (ou ainda químicos ou biológicos).
Santos Calderón disse que, em dois computadores apreendidos no fim de semana passado e que pertenciam a Raúl Reyes, o "número dois" das Farc morto no último sábado, foi encontrada informação sobre a possível "negociação de material radioativo, base primária para gerar armas sujas de destruição e terrorismo".
"Esta informação indica que, com base no poder econômico oferecido pelo narcotráfico, os grupos terroristas são uma ameaça muito grave não só para nosso país, mas para toda a região andina e latino-americana", acrescentou o vice-presidente.
Santos Calderón disse que a informação ainda está sendo analisada, mas mostra o perigo que as Farc representam.
"Em meu país, temas como o tráfico de armas, munição e explosivos e o acesso de grupos terroristas a diferentes tipos de armas não estão no âmbito acadêmico. Fazem parte de nossa realidade cotidiana e são uma séria ameaça contra nossa população."
Raúl Reyes foi morto no sábado passado em uma operação realizada pelas forças militares da Colômbia em território equatoriano, na qual também morreram mais 20 guerrilheiros.
Tensão
O Equador rompeu relações diplomáticas com a Colômbia e a Venezuela expulsou o embaixador colombiano. Ao mesmo tempo, os países da América Latina se mobilizam para conter a crise diplomática, iniciada após um ataque colombiano contra a guerrilha Farc (Forças Armadas revolucionárias da Colômbia) em território equatoriano, ocorrido no ultimo sábado (1º), e que levou à morte Raúl Reyes, um dos principais líderes da guerrilha, além de outros 16 membros das Farc.
As decisões de Caracas e Quito de romper relações diplomáticas com a Colômbia foram adotadas depois que Bogotá revelou a suposta existência de acordos das Farc com os governos de Equador e Venezuela.
20.ago.2003/João Wainer/Folha Imagem
Raúl Reyes, um dos pricipais líderes das Farc, morto no sábado pela Colômbia
Bogotá informou que as revelações serão apresentadas à OEA (Organização dos Estados Americanos), cujo conselho permanente se reunirá nesta terça-feira.
O presidente do Equador, Rafael Correa, que iniciou uma viagem por vários países latino-americanos para tentar obter apoio em meio à crise, pediu aos "governos da região que formem fileiras frente ao "nefasto e traidor" ato da Colômbia contra as Farc em seu território. Amanhã, ele estará no Brasil para encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Libertação de Betancourt
Correa afirmou nesta segunda-feira que o ataque colombiano contra um acampamento das Farc no Equador frustrou a libertação da franco-colombiana Ingrid Betancourt e de outros dez reféns da guerrilha, que deveria ocorrer em março no território equatoriano.
Os seis reféns [todos ex-congressistas colombianos] libertados pelas Farc recentemente relataram que a franco-colombiana Betancourt se encontra muito mal de saúde e sofre de hepatite B. Em carta enviada à família, no ano passado, Betancourt deu sinais de que está à beira do desespero, dizia que perdeu o apetite, que não come, e que seu cabelo caía "em grande quantidade". "Aqui vivemos mortos", disse na carta.
AP
Foto de Betancourt divulgada pelas Farc; saúde debilitada preocupa familiares
"Lamento informar que as negociações estavam bastante avançadas para libertar no Equador 12 reféns, entre eles (a ex-candidata presidencial) Ingrid Betancourt" e os três norte-americanos", disse Correa em uma mensagem à Nação, na qual justificou a ruptura das relações com Bogotá.
Bogotá reagiu imediatamente e rebateu a versão do presidente equatoriano e afirmou que as conversas do governo deste país com as Farc "têm mais as características de tráfico de seqüestrados com fins políticos".
Ontem, a França admitiu que Reyes era o contato do governo francês nas negociações da libertação de Betancourt.
Documentos
Segundo a Colômbia, os acordos entre Caracas e Quito com as Farc são evidenciados em documentos e fotografias encontrados em três computadores apreendidos no acampamento onde morreu Reyes, situado no Equador a 1,8 km da fronteira bilateral.
O ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos, disse que o país não enviará mais forças à fronteira e disse que as informações encontradas nos computadores eram "preocupantes".
Ele disse ainda que os contatos entre Reyes e o ministro da Segurança equatoriano, Gustavo Larrea, que para ele provam "uma convivência, uma espécie de associação do governo do Equador com a guerrilha".
Larrea admitiu que se reuniu em janeiro com Reyes fora do Equador e da Colômbia para tentar obter a libertação dos reféns das Farc.
Venezuela
A respeito da Venezuela, o chefe da polícia colombiana, general Oscar Naranjo, revelou que um dos arquivos encontrados afirma que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, entregou US$ 300 milhões às Farc.
"Esta nota traz implícita uma proximidade e torna evidente uma aliança em termos armados das Farc e o governo da Venezuela", disse.
Efe/AP
(Da esq. para a dir.) Os presidentes da Venezuela (Hugo Chávez), do Equador (Rafael Correa) e da Colômbia (Álvaro Uribe)
O ministro do Interior da Venezuela, Ramón Rodríguez Chacín, rebateu as acusações e disse "são falácias absolutas".
Ele disse ainda que a Colômbia manipula os dados do computador de Reyes para justificar uma "guerra preventiva" contra a Venezuela e acusou o chefe da polícia colombiana de ligações com o narcotráfico.
A preocupação com a crise se espalhou por todo o continente e vários países, incluindo o Brasil, defendem a via diplomática. O governo dos Estados Unidos respaldou as ações da Colômbia contra as Farc.
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Goebel nega candidatura a prefeito e abre diálogo com a esquerda
Recentemente, em entrevista à Rádio Planalto AM de Vilhena, o governador Ivo Cassol (sem partido) disse que o candidato a prefeito de sua preferência no município seria o deputado estadual Luizinho Goebel (PV). A "notícia" pegou muita gente de surpresa, inclusive aliados do governador que tentam emplacar José Rover (PP) ou Jaime Bagatolli (PR) para prefeito, mas abertos ao diáologo com Vera Paixão (PSB), Júlio Olivar (PCdoB), Ercival Freitas (DEM), José Francisco Cândido (PT), Arlindo Nenzão (PDT) e Chico Sartori (PSDB).
Em reunião na casa do deputado em Vilhena, o presidente estadual do PCdoB, Júlio Olivar, teve a garantia do próprio Goebel de que ele não pretende disputar a prefeitura. Olivar foi ao encontro do parlamentar atendendo ao convite dele. "Foi uma conversa amistosa que visou uma aproximação pragmática entre as forças ligadas ao governador e as que compõem o bloco de esquerda", explicou o líder do PCdoB.
Luizinho Goebel disse que se sentiu lisonjeado com o anúncio do apoio ao seu nome por Ivo Cassol. No entanto, reiterou que "Vilhena precisa é de união entre todos os partidos de oposição para um enfrentamento ao atual grupo político que comanda a cidade há onze anos", afirmou o deputado.
Sobre o possível apoio a um nome de esquerda à prefeitura - venha ele do PCdoB, PT, PDT ou PSB -, Goebel disse que não teria qualquer constrangimento. "É uma questão local. Eu apoiaria, sim, desde que fosse o único com o apoio dos demais", pontuou.
Em reunião na casa do deputado em Vilhena, o presidente estadual do PCdoB, Júlio Olivar, teve a garantia do próprio Goebel de que ele não pretende disputar a prefeitura. Olivar foi ao encontro do parlamentar atendendo ao convite dele. "Foi uma conversa amistosa que visou uma aproximação pragmática entre as forças ligadas ao governador e as que compõem o bloco de esquerda", explicou o líder do PCdoB.
Luizinho Goebel disse que se sentiu lisonjeado com o anúncio do apoio ao seu nome por Ivo Cassol. No entanto, reiterou que "Vilhena precisa é de união entre todos os partidos de oposição para um enfrentamento ao atual grupo político que comanda a cidade há onze anos", afirmou o deputado.
Sobre o possível apoio a um nome de esquerda à prefeitura - venha ele do PCdoB, PT, PDT ou PSB -, Goebel disse que não teria qualquer constrangimento. "É uma questão local. Eu apoiaria, sim, desde que fosse o único com o apoio dos demais", pontuou.
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Você acha que o blog deve participar do Prêmio IBEST
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segunda-feira, 3 de março de 2008
Governador do RJ quer equiparar união homossexual a união estável
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) aplique o regime jurídico das uniões estáveis, previsto no artigo 1723 do Código Civil, às uniões homoafetivas de funcionários públicos civis do estado.
Cabral pretende que os mesmos direitos dados a casais heterossexuais sejam aplicados aos casais homossexuais em relação a dispositivos do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro que tratam sobre concessão de licença, Previdência e assistência (incisos II e V do artigo 19 e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75).
Segundo Cabral, negar aos casais homossexuais esses direitos é uma “discriminação sexual” que viola “de forma direta um conjunto significativo de preceitos fundamentais”.
Por isso, o pedido do governador foi feito por meio de uma Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132), instrumento jurídico próprio para evitar ou reparar lesão a preceito fundamental resultante de ato do Poder Público.
No caso, diz o governador, são violados os preceitos constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade e o direito à liberdade. Para ele, a situação também atinge o princípio da segurança jurídica, especialmente porque há manifestações díspares do Poder Judiciário sobre o tema.
Na ação, Cabral solicita que o Supremo conceda liminar para validar decisões administrativas do governo que equiparam as uniões homoafetivas às uniões estáveis e para suspender o andamento dos processos e os efeitos de decisões judiciais contra os atos administrativos em questão.
Cabral pretende que os mesmos direitos dados a casais heterossexuais sejam aplicados aos casais homossexuais em relação a dispositivos do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro que tratam sobre concessão de licença, Previdência e assistência (incisos II e V do artigo 19 e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75).
Segundo Cabral, negar aos casais homossexuais esses direitos é uma “discriminação sexual” que viola “de forma direta um conjunto significativo de preceitos fundamentais”.
Por isso, o pedido do governador foi feito por meio de uma Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 132), instrumento jurídico próprio para evitar ou reparar lesão a preceito fundamental resultante de ato do Poder Público.
No caso, diz o governador, são violados os preceitos constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade e o direito à liberdade. Para ele, a situação também atinge o princípio da segurança jurídica, especialmente porque há manifestações díspares do Poder Judiciário sobre o tema.
Na ação, Cabral solicita que o Supremo conceda liminar para validar decisões administrativas do governo que equiparam as uniões homoafetivas às uniões estáveis e para suspender o andamento dos processos e os efeitos de decisões judiciais contra os atos administrativos em questão.
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sábado, 1 de março de 2008
O novo Viagra
Um homem com problemas de impotência vai ao médico e este lhe receita uns comprimidos, mas avisa:- Os comprimidos são muito fortes. Nunca tome mais de um. A única maneira de fazer desaparecer a ereção, mesmo depois de ter relações sexuais, é mergulhar o pênis num copo de leite.Naquela noite, para ter a certeza de que vai dar resultado, o homem toma logo dois comprimidos e fica duro como nunca!!Cheio de vontade, depois de meses a seco, leva a mulher para o quarto e fazem amor selvagemente, até a mulher ficar quase em coma. Não satisfeito, vai ao quarto da sogra e... créu, na sogra! Ainda insatisfeito, pega o sogro distraído e... créu!! Segue-se a cunhada, o cunhado, até que finalmente o homem, cansado e satisfeito, vai até a cozinha, coloca leite num copo e mergulha lá o pênis.A sogra que entra na cozinha e vê o que o genro está fazendo, grita para a família:- Fujam que ele está recarregando!!!!!
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O Telegrama de Juvenal
O telegrama de Juvenal acabou de chegar por email. Confiram:O Juvenal tava desempregado há meses. Com a resistência que só os brasileiros tem, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe perguntou:- Qual foi seu último salário?- 'Salário mínimo', respondeu Juvenal.- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!- Jura?- Que carro o Sr. tem?- Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e um carrinho de mão!- Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!- Jura?- O senhor viaja muito para o exterior?- O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...- Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.- Jura?- E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando,pode vir trabalhar na segunda-feira.Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música.Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava!Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada. Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Uma velha peidou! Um cachorro uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.- Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou!A motoca parou! - Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?- Si, si, sim, so, so, sou eu...A multidão não resistiu...- OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!- Telegrama para o senhor...Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama.Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.- E agora? Quem vai pagar essa festa toda?Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava...Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico....- Mamãe morreeeeuuu! Mamãe Morreeeeuuu!!!
Autor: Lucas
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