sábado, 11 de outubro de 2008

Novos Papeis de Parede







































































































































































































































quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Paniquetes - Revista Sexy

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Rapaz de 19 anos aparece vivo após ser 'enterrado' em SC

Um rapaz de 19 anos reaparece duas horas depois de ser "enterrado" na cidade de Jaraguá do Sul (SC), nesta terça-feira (7). Gabriel Birr foi dado como morto no sábado (4) e ainda teve o corpo reconhecido pela própria mãe, Lídia Krischonski, 39 anos, nesta segunda-feira (6). O corpo sepultado permanece sem identificação, segundo o Instituto de Medicina Legal (IML) da cidade.Gabriel disse ao G1 que soube de seu sepultamento ao ouvir uma rádio da cidade. “Fiquei assustado, porque eu estava vivo. Fiquei com receio de sair na rua e alguém achar que estava usando o documento de um morto e ter problemas por aí.” Ele afirmou ainda que saiu para ver se encontrava logo algum conhecido para explicar que ele estava vivo. “Felizmente eu achei uma vizinha e pedi para ela avisar minha família que estava vivo. Logo em seguida, encontrei um primo e fomos falar com minha mãe.” O rapaz disse que nunca imaginou que poderia ter sido confundido com um morto. “Olha, foi uma felicidade, uma emoção muito grande reencontrar minha mãe. Ela ficou bem aliviada e eu também.”

Corpo errado
O drama da família começou no sábado, quando o corpo de um jovem foi encontrado em um terreno atrás do parque da cidade. “A gente tinha dúvidas de que era ele (Gabriel) mesmo. Eu mesma não reconheci o corpo como sendo dele, mas a mãe fez o reconhecimento, então, tratamos de enterra-lo”, disse a madrinha de Gabriel, Relindes Henklein Zapella, 57 anos. Segundo ela, o enterro do afilhado foi realizado às 8h30 desta terça-feira. “Nem tínhamos saído direito do cemitério e tivemos a feliz notícia de que tinham encontrado o Gabriel vivo. De início, ninguém sabia o que fazer. Só acreditamos quando o encontramos”, disse Relindes. A madrinha afirmou que Gabriel tinha saído de casa havia seis meses, por dificuldades de relacionamento com padrasto. “Ficamos sem notícias dele desde essa época. No sábado, quando soubemos que o corpo encontrado poderia ser o dele, esperamos até domingo para saber se ele votaria. Se não fosse votar, o corpo seria dele mesmo. E ele não foi votar”, lembrou Relindes.
Sol e praia Gabriel disse que não foi votar porque não teve vontade. “Fiquei esses seis meses fora de casa e trabalhei em uma campanha política, mas o candidato não se elegeu”, afirmou o jovem, que não quis especificar se atuou em uma campanha para vereador ou prefeito. Depois da confusão envolvendo sua vida, Gabriel disse que vai passar uns dias na praia. “Vou descansar um pouco e aproveitar o sol que está fazendo por aqui. Depois, acho que vou ficar um tempo na casa de minha madrinha”, disse ele.

Uma das três namoradas de dono da "Playboy" deixa empresário

A "coelhinha" Holly Madison, 29, disse que terminou seu relacionamento com o dono da "Playboy", Hugh Hefner, 82. Ela e as outras duas namoradas do empresário, Kendra Wilkinson, 23, Bridget Marquardt, 35, são as estrelas do reality show "The Girls Next Door", também conhecido como "The Girls of The Playboy Mansion", do canal pago E!.
Matt Sayles/AP
Holly Madison contou a fotógrafo que deixou Hugh Hefner, o dono da "Playboy"
No episódio do último domingo (5), foi exibida cena na qual a atriz Pamela Anderson surgiu nua na festa de aniversário de Hefner, por iniciativa das três namoradas.
Madison confirmou o fim de seu relacionamento a um fotógrafo do site de celebridades norte-americano TMZ. "Hef e eu não estamos mais juntos", afirmou.
Na semana passada, o empresário havia negado a separação. "Estamos nos preparando para filmar [mais uma temporada do reality] no próximo ano", disse Hefner à Fox.
No mês passado, o dono da "Playboy" disse ao site Usmagazine.com que o relacionamento com Madison estava em "fase de transição". "Nada dura eternamente", afirmou.

BCs mundiais tentam impedir recessão global com corte emergencial de juros

Diante da corrida acelerada para baixo das finanças mundiais, e sob o risco de que essa corrida leve a uma recessão global, seis dos principais bancos centrais do mundo decidiram, em caráter emergencial, reduzir nesta quarta-feira suas taxas de juros. A medida, adotada depois de meses de injeções diárias de dinheiro, mostra que os governos mundiais estão ficando sem munição para combater uma crise que ameaça ser de escala vista apenas em 1929, na Grande Depressão.
Segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional), a expectativa com a crise é de que a economia mundial cresça 3,9% em 2008 e 3% em 2009 --o menor nível em sete anos. A região da América do Sul e México deve crescer 4,6% agora e desacelerar para 3,1% em 2009, estimou o fundo.
Contra a possibilidade de paralisação das economias e a circulação de dinheiro, se mobilizaram hoje o Federal Reserve (Fed, o BC americano), Banco do Canadá, Banco da Inglaterra (BC britânico), BCE (Banco Central Europeu), Sveriges Riksbank (da Suécia) e SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).
Em um comunicado, o Fed informou que reduziu sua taxa em 0,5 ponto percentual (p.p.), para 1,5%. "Algum afrouxamento nas condições monetárias globais é, portanto, necessário", informou o Fed, em um comunicado. Ontem, o presidente do banco, Ben Bernanke, disse que o cenário econômico dos EUA piorou e que a política de manutenção da taxa de juros seria avaliada para conferir se "continua apropriada".
Kirsty Wigglesworth/AP

Royal Bank of Scotland é um dos bancos que será ajudado pelo plano do Reino Unido
O BCE (Banco Central Europeu) e o Banco da Inglaterra (BC britânico) também reduziram as taxas em 0,5 p.p., para 3,75% e 4,5%, respectivamente. O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse que o corte dos juros servirá para garantir aos cidadãos que "estão sendo tomadas todas as ações" para permitir que a atividade econômica "se movimente para frente".
Brown já havia se dirigido aos mercados hoje, ao anunciar um plano de resgate de 50 bilhões de libras (cerca de US$ 87 bilhões) aos moldes do pacote dos EUA, para evitar que os bancos do Reino Unido tenham destino semelhante ao do Lehman Brothers, que quebrou no dia 15 do mês passado e marcou o início do segundo ciclo da crise, iniciado no ano passado.
O Fed e outros bancos têm colocado no sistema financeiro bilhões de dólares nos últimos meses. O BCE tem feito injeções quase diárias de US$ 50 bilhões para garantir as transações entre os bancos. Em ações coordenadas, os bancos também têm feito ofertas bilionárias para o sistema bancário: no dia 29 de setembro, dez BCs anunciaram uma oferta de US$ 620 bilhões em liquidez [oferta de dinheiro]; ontem, em nova ação conjunta, outros seis BCs anunciaram leilões de US$ 450 bilhões até o fim do ano para garantir que não ocorra falta de dinheiro.
Ontem, a UE (União Européia) se comprometeu a socorrer e dar apoio a grandes grupos financeiros para evitar uma crise generalizada, segundo anúncio feito pelo vice-ministro de Finanças da Alemanha, Joerg Asmussen. Instituições européias como o alemão Hypo Real Estate, o belgo-holandês Fortis e o franco-belga Dexia já passaram por problemas e receberam ajuda dos respectivos governos.
Katsumi/AP

A Bolsa de Tóquio, derrubada pela crise, teve queda de 9,38%, a maior desde 1987
A ação governamental de maior vulto, até o momento, é o pacote de US$ 700 bilhões proposto pelo governo americano e aprovado na semana passada pelo Congresso. O objetivo do governo é tentar retirar do mercado títulos "podres" (de baixíssima probabilidade de resgate, ou seja, se alto risco de calote), a fim de tentar restaurar a confiança no mercado financeiro.
As ações até o momento, no entanto, surtiram pouco efeito. A Bolsa de Tóquio caiu hoje a níveis vistos apenas em 1987; a Bolsa de Valores de Nova York caiu ontem abaixo de 5% no índice Dow Jones Industrial Average. Na Europa, as Bolsas caem, com exceção da Bolsa de Londres, devido à ação do governo britânico; Na Rússia, no entanto, depois de cair 14% logo no início do dia, os negócios foram suspensos e só devem ser retomados na sexta-feira.
Bush
Ontem, em um pronunciamento pouco comum --feito durante uma visita a uma empresa de materiais de escritório, no qual respondeu a perguntas de funcionários--, o presidente George W. Bush voltou a afirmar sua confiança na recuperação da economia, com a aprovação do pacote de US$ 700 bilhões, vendido por ele, pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, e por Bernanke, como a solução final para a crise.
Mike Theiler /Efe

O presidente George W. Bush disse que fará o necessário para conter crise econômica
"Não há dúvida de que estamos em um tempo difícil", mas "o que for necessário será feito", disse Bush --que reconheceu também que a crise não é apenas dos EUA, mas atinge o mundo todo. "As pessoas precisam se dar conta de que a crise representa um problema sério não só para os EUA, mas para o mundo inteiro", disse.
A aprovação do pacote foi precedida de alertas de recessão e previsões dos piores cenários econômicos possíveis. Bernanke, que foi chefe dos conselheiros econômicos da Casa Branca, disse aos congressistas em um testemunho dias depois da apresentação da primeira versão da medida, que, sem ela, "empregos serão perdidos, nossa taxa de crédito vai aumentar, mais despejos vão ocorrer, o PIB [Produto Interno Bruto] vai contrair e a economia não vai conseguir se recuperar de um modo normal, saudável".
Brasil
No Brasil, a contração do crédito é o principal reflexo da crise financeira. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a situação atual reflete um "momento de irracionalidade" do mercado financeiro.
Como medida preventiva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na segunda-feira uma medida provisória que concede ao Banco Central poder para adquirir carteiras de empréstimos de bancos no Brasil através do mecanismo conhecido como redesconto.. O mecanismo já existe hoje, mas é utilizado apenas para dar liquidez aos bancos no curto prazo. A decisão ainda depende de autorização do CMN (Conselho Monetário Nacional).
Jamil Bittar/Reuters

Mantega (Fazenda) diz que momento no mercado financeiro é de "irracionalidade"
O governo brasileiro também anunciou na segunda que vai utilizar parte do dinheiro das reservas internacionais para garantir crédito em dólares para os exportadores brasileiros e ajudar a diminuir a pressão sobre o câmbio --o dólar hoje registra alta, tendo chegado a R$ 2,45.
Mantega classificou a situação de passageira. "Nós estamos no momento mais agudo dessa crise. Ela tem mais de um ano, mas se aprofundou nesse momento, que é quando se revelam os ativos podres dessas empresas", afirmou.
O ministro afirmou que há uma perda de confiança nas instituições financeiras, mas que não há problemas de solvência no Brasil. "Aqui não há ativos podres, embora estejamos sofrendo um problema de liquidez por causa desse estrangulamento no crédito internacional. E o governo está tomando as medidas adequadas para garantir que essa liquidez continue fluindo."

Especialista desvenda dez mitos sobre a internet; leia artigo completo

Livro traz autores e conceitos imprescindíveis sobre o e-business
É verdade que todos estão usando a internet? Que a internet será uma grande força democratizante? Que a informação digital eliminará os livros? Que as ligações telefônicas via web aniquilarão as companhias telefônicas? Estas e outras "verdades" sobre a web são discutidas e desvendadas no artigo "Dez mitos da internet", do especialista Karl Albrecht.
O artigo, que pode ser lido abaixo, está no livro "E-business e Tecnologia - Autores e Conceitos Imprescindíveis", da Publifolha, que reúne idéias-chave dos principais pensadores da atualidade sobre internet, tecnologia e como ganhar dinheiro na nova era digital.
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Artigo de Karl Albrecht
Guru futurista, Karl Albrecht é reconhecido internacionalmente como o pioneiro da "revolução dos serviços". Preside o conselho de administração do grupo Karl Albrecht International, que abrange firma de consultoria, empresa de organização de seminários e editora, e tem como clientes empresas do porte de Xerox, IBM, Volkswagen, Du Pont, Shell e Chrysler. O especialista é autor de mais de 20 livros, vários deles lançados no Brasil, como "Radar Corporativo", "Revolução nos Serviços", "A Única Coisa que Importa", "Serviços Internos", "Programando o Futuro" e "Agregando Valor à Negociação e Serviços com Qualidade", entre outros. Pode-se dizer que foi um dos primeiros céticos sobre a Internet. Quando todo mundo achava que só havia o cenário cor-de-rosa em torno da rede mundial dos computadores, Albrecht já apontava algumas áreas cinzentas, expressando suas dúvidas e desconfianças com irreverência.
DEZ MITOS DA INTERNET
Os computadores e as redes de informação chegaram para ficar. Esses mecanismos trouxeram ganhos para os negócios, para a educação e para a vida privada, mas os benefícios -e problemas- ainda por vir estão seguramente além de nossa imaginação. Mesmo assim, poucos avanços em nossa cultura desfrutaram tanta isenção de análise lógica como a loucura pela Internet. Apesar de sinais claros de que a rede mundial de computadores não sobreviverá como uma estrutura monolítica de informação, a moda continua como uma força indomável a devorar tudo em seu caminho [este artigo foi publicado em julho/agosto de 1998].
A confluência de propagandistas da "teologia Internet", também conhecidos como "conspiração minha-nossa!" ("Gee-Whiz", no original), vem obtendo notável sucesso ao vender suas idéias para jornalistas, personalidades políticas e grande parte do público. Essa "teologia", no entanto, está equivocada na essência, distorcida por filtros do pensamento tecnológico e dos valores da classe média alta. Além disso, ignora uma visão mais ampla de cultura, necessidades humanas e necessidades empresariais.
A maioria dos benefícios atribuídos à atual estrutura da Internet por esse grupo de pessoas provavelmente não se concretizará. Há pelo menos dez mitos sobre a rede mundial de computadores que são amplamente aceitos, mas que não se confirmam na prática.
OS DEZ MITOS
Mito nº 1: todos estão usando a Internet. Os propagandistas da rede reivindicam uma população on-line de 40 milhões ou mais de pessoas. Não acredito nem por um segundo nesse número. Sem comprovação, é difícil validar qualquer alegação do gênero, embora a maioria das pessoas pareça aceitá-la sem questionamento. Isso inclui apenas as contas ativas da Internet ou todas as pessoas que possivelmente estariam conectadas? Qualquer um com um microcomputador e um modem? A família toda, se houver um micro na casa? E que padrão de atividade define um usuário? Diário? Semanal? Mensal? Uma vez na vida? Até Andrew Grove, presidente da Intel e respeitado guru da revolução digital, reconheceu que se conecta à Internet "talvez duas horas por mês". A cobertura jornalística passa a impressão de que todo adolescente dos Estados Unidos navega pela rede. E estamos ainda longe disso.
Mito nº 2: o número de usuários crescerá sem limites. Esse é um caso claro de projeção prematura. É a mesma psicologia que impulsionou todas as ondas imobiliárias, as euforias dos mercados de ações e loucuras históricas como o "Surto das Tulipas" da Holanda da década de 1630 (veja quadro na pág. 100 com glossário) ou o "O Conto do Mar do Sul", no Reino Unido de 1720. Nada deve ser elevado aos céus, e quem não entende o Princípio da Curva S acaba aprendendo na prática.
Mito nº 3: a Internet será a "grande força democratizante". Na verdade, ela pode ter efeito exatamente oposto. Ela pode aumentar a disparidade entre os que têm e os que não têm. Apesar dos comerciais politicamente corretos que mostram uma encantadora menininha negra na África se conectando à Internet, os pobres e os desnorteados não serão alçados de suas circunstâncias econômicas pelo computador ou pela Web. Eles estão presos a um paradigma muito diferente. A visão da classe média alta de que tudo que é preciso fazer é "dar-lhes computadores" cheira novamente a Grande Sociedade. É o equivalente cibernético de "que comam brioches".
Mito nº 4: a Internet é uma comunidade mundial.Um famoso pôster do personagem de quadrinhos Dilbert pergunta: "E se Deus for a consciência que se criará quando um número suficiente de pessoas estiver conectado à Internet?". Esse é um pensamento fanático da mais alta perversidade e passa por todos os testes de admissão à mentalidade dos cultos religiosos. Aí está uma demonstração perturbadora da visão mundial narcisista e auto-adulatória dos que se consideram iluminados, uma irmandade especial detentora de segredos não acessíveis aos comuns dos mortais. À medida que a Internet começar a se "desconstruir" e seus clientes mais prezados forem para outro lugar na inevitável busca da qualidade, a única "comunidade" restante será a dos pervertidos, pornografistas, pedófilos, cafetões, piratas e uma miscelânea de desnorteados e descontentes.
Mito nº 5: a rede mundial revolucionará o marketing. Nem que a vaca tussa. Esse é o mais sagrado dos cânones da "teologia Internet" e é também o menos provável de se concretizar. Na maioria, os que vendem coisas online são pessoas da Internet negociando umas com as outras. Com poucas exceções, o marketing das homepages, o marketing de mala direta em massa e as compras on-line são - e continuarão sendo - uma grande sonolência. Muitas das grandes empresas encaram sua página corporativa na Internet como um modismo ligeiramente mais sofisticado.
Mito nº 6: a Internet eliminará os intermediários. Presumivelmente cada uma dos 40 milhões, 50 milhões ou 100 milhões de pessoas na Internet pode fazer negócios diretamente com cada uma das outras. Se você quiser vender seu carro, basta mandar uns 10 mil anúncios por correio eletrônico e os interessados irão até sua página na Web. Isso pode até funcionar em uma população ao redor de mil pessoas. Mas com milhões de usuários o engarrafamento de informações ainda fará do classificado de US$ 5 no jornal uma opção melhor. Esse mito é um exemplo típico da aplicação do pensamento da "Segunda Onda", ou seja, marketing de massa, em um fenômeno de "Terceira Onda", de marketing personalizado. É como um gigantesco programa de entrevistas sem entrevistador. A vasta gama de fontes de dados da mais alta qualidade por si só aumentará a demanda por intermediários, em vez de reduzi-la.
Mito nº 7: a informação digital eliminará os livros. Uma das lojas mais conhecidas da Web é paradoxalmente uma que vende livros (a Amazon). Tais vendas estão subindo constantemente em quase todos os gêneros, e os clientes continuam transbordando nas megalivrarias. Enquanto isso, quase todos os principais editores de CD-ROM vêm acumulando prejuízos. Os clientes parecem nem ligar e isso levou as empresas a cortar investimentos nos produtos digitais não-impressos. Quais os poucos produtos de sucesso em CD? Os jogos. A Web é um meio de entrega ideal para material de contracultura de todos os tipos, como manifestos anarquistas, software pirateado e outras falsificações, além da vociferação dos descontentes que sofrem da síndrome de inadequação. As editoras comerciais fornecem exatamente o que os amadores não conseguem, ou seja, produtos de informação bem concebidos, bem produzidos e de alta qualidade que exigem talento e investimento. Os livros continuarão existindo, por razões tanto humanas como comerciais.
Mito nº 8: todos vão poder se tornar editores. Isso, infelizmente, é verdade. Contudo, apenas se definirmos "edição" em termos bastante restritos. O presidente dos Estados Unidos tem uma homepage. A Nasa idem e a Associação Americana de Amor ao Menino-Homem também. O mesmo vale para o assassino Charles Manson. E para Edgard Malvern. Você não conhece Malvern? Nem eu. A Internet está em um estágio terminal de poluição de informação exatamente porque qualquer vagabundo pode despejar suas porcarias no rio cada vez mais cheio de ciberlixo. É a Lei da Informação de Gresham, e seus efeitos já são aparentes. A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que estendeu a proteção da Primeira Emenda da Constituição aos operadores de sites que divulgam material pornográfico on-line para crianças, fará mais para apressar o declínio da Internet em sua forma atual do que qualquer lei que o Congresso possa promulgar. Essa mesma "democracia" condenará a Internet ao papel de parque de diversões digital. Os sites terão toda a liberdade de expressão que quiserem e os fornecedores de produtos on-line de qualidade ficarão com todos os clientes de maior discernimento. Os especialistas universitários que construíram a Internet original estão trabalhando na "Internet 2" para atender a suas necessidades específicas. Preste atenção também no importante papel que as bibliotecas públicas desempenharão quando a qualidade se tornar um fator decisivo. Albert Einstein uma vez comentou: "Eu aceito a alegação de que um espertinho é 'tão bom quanto' um gênio, mas não concordo que dois espertinhos sejam 'melhores' do que um gênio".
Mito nº 9: o NetPhone acabará com as companhias telefônicas de interurbanos.A perspectiva de ligar um microfone em seu computador e conversar com seus amigos do mundo inteiro a um custo praticamente zero é propalada por várias companhias que fabricam tais produtos. No entanto, o desempenho desses produtos está indefinidamente comprometido pela estrutura técnica da rede, e a alegada vantagem de custo parece mais uma miragem. O uso intenso da Internet será considerado abuso dos serviços telefônicoslocais. Os usuários não pagam um centavo às companhias pelo acesso. O dinheiro vai para os operadores de computador e a maioria cometeu o erro fatal de oferecer tempo on-line ilimitado por uma quantia mensal fixa. Ilimitado, para muitos viciados em Internet, significa 24 horas por dia. Muitos deles deixam o computador conectado mesmo quando saem de casa, estrangulando as linhas telefônicas de tal forma que outros clientes não podem fazer chamadas. As telefônicas locais e outras compatibilizarão o preço do serviço para recuperar seus custos. O NetPhone continuará sendo um brinquedo de fanáticos, mesmo que suas limitações técnicas sejam superadas.
Mito nº 10: o NetComputer será a próxima grande revolução. O computador da Internet, ou NetComputer, ou NetPC, será um brinquedinho de baixo preço e capacidade pequena. O usuário se conectará à rede e utilizará o software residente instalado em computadores distantes. As informações desejadas chegarão embaladas em seu respectivo programinha, que se ativa no momento da chegada, executa as funções necessárias e, então, desaparece. Esse conceito tem brechas demais para serem enumeradas rapidamente. Sua falha fatal, no entanto, é que ele é um produto político, bolado por um grupo de executivos do Vale do Silício para quebrar o domínio mundial da Microsoft no mercado de software. Seus defensores aprenderiam uma difícil lição sem muitos problemas se estudassem um produto lançado pela IBM no início da década de 80 chamado PC Junior. Era um projeto modesto, de baixo custo, que se parecia mais com um brinquedo do que com um computador. A suposição de que uma multidão estava esperando por computadores domésticos quando os preços baixassem não se confirmou. Após uma campanha publicitária fracassada que trazia um personagem de Charles Chaplin e criancinhas encantadoras, a IBM enterrou a idéia, junto com US$ 100 milhões. Destino semelhante aguarda a tão propalada Web-TV, uma tentativa de vender um produto barato que transforma a TV em um computador, ou vice-versa.
A TERRÍVEL VERDADE
A realidade nua e crua é que nem todo mundo no planeta aprecia um computador ou está delirando para "navegar na Net". Em verdade, a maioria nem quer. *

Para "perder virgindade", dono de site pede 5 milhões de acessos

O endereço é auto-explicativo: ajudeumvirgem.com. Nele, Júnior Rizzo, 25, que pode ser um personagem de marketing viral, pede para cinco milhões de pessoas entrarem em sua página, pois só assim conseguirá iniciar sua vida sexual.
Reprodução
Site diz que, com 5 milhões de visitas, ajudará um virgem de 25 anos
"Eu fiz uma aposta com uma amiga minha (a única amiga que sabe dessa situação, e que é aliás muito bonita): se eu conseguir 5 milhões de visitas únicas para essa página até o dia do Ano Novo, ela vai me 'ajudar'", explica a página.
Até esta quarta-feira (8), a divulgação já tinha atingido mais de 315 mil visitantes, de acordo com o contador do site. A reportagem entrou em contato com "Rizzo". "Infelizmente não posso lhe fornecer informações pessoais", afirmou.
O dono da empreitada nega que seja mais uma campanha publicitária de guerrilha, em que marcas e empresas usam o compartilhamento e envio de conteúdo involuntário pela internet para se promover. Neste tipo de divulgação, companhias montam histórias engraçadas ou curiosas que são divulgadas no boca-a-boca em vez de pagar uma campanha tradicional e cara.
"Faz parte de uma investida de marketing pessoal --e é como está no site, foi uma aposta que fizemos. Talvez ela [a amiga] tenha pensado que eu nunca conseguiria", afirma o "virgem".

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Professor ofendido pelo Orkut obtém indenização de pais

A Justiça de Rondônia condenou 19 pais de estudantes a pagar indenizações a um professor de matemática de Cacoal (500 km de Porto Velho) que, somadas, resultam em R$ 15 mil.
O professor foi alvo de ofensas dos alunos no Orkut. Eles criaram, em 2006, a comunidade virtual "Vamos Comprar uma Calça para o Leitão", ilustrada com a foto e o nome do professor Juliomar Reis Penna, 33. Na comunidade, dez alunos da oitava série, com idades de 12 a 13 anos, escreveram ofensas, piadas, questionaram notas e ameaçaram o professor.
"Eu ajudo a furar os pneus do Vectra dele [...] Vamos quebrar os vidros, jogar açúcar dentro do tanque de gasolina", foram alguns dos recados deixados pelos alunos.
Condenados em primeira instância, os pais dos alunos recorreram ao Tribunal de Justiça de Rondônia. Alegaram que o fato fora apenas uma "brincadeira infantil". O argumento foi rejeitado pelo juiz relator da 2ª Câmara Cível do TJ-RO, Edenir da Rosa, que avaliou como "grave" o teor dos comentários publicados na internet.
No recurso, os pais disseram ser "impossível" vigiar os filhos vinte e quatro horas por dia, justificativa considerada "frágil" pelo TJ-RO.
Denunciados pelo professor ao Juizado da Infância e da Juventude, os alunos reconheceram a criação da página e a autoria dos recados. Como medida socioeducativa, oito estudantes tiveram de apresentar palestras para adolescentes sobre o uso responsável da internet.

Erro da Nasdaq faz ações do Google valerem US$ 0,01

A bolsa eletrônica Nasdaq informou que vai cancelar algumas das transações realizadas com ações do Google nesta terça-feira (29). Por um erro, os papéis da empresa chegaram a custar US$ 0,01 no fechamento do mercado nos Estados Unidos hoje.
Uma porta-voz da Nasdaq afirmou que "ordens errôneas" causaram a queda repentina no valor das ações. O erro teria sido causado por ordens de uma outra Bolsa, que não foi identificada. Com isso, a Bolsa estabeleceu o valor de US$ 400,52 para os papéis do Google, uma alta de 5,12% no dia.
Cancelar transações de mercado é uma medida rara e embaraçosa para Bolsas --alguns dizem que o sistema está mais suscetível a erro como esses a medida que o mecanismo se torna cada vez mais eletrônico.

Jovem viúvo de idosa argentina afirma ser gay

O argentino de 25 anos que se casou com uma mulher de 82 no ano passado admitiu ontem, em um programa de TV, ser homossexual. Reinaldo Waveqche herdou a fortuna e uma pensão de 2,9 mil pesos da mulher, Adelfa, que morreu em outubro do ano passado.
Waveqche, que na época da união garantiu ter se casado por amor, disse no programa Impacto Chiche que nunca demonstrou sua preferência sexual em respeito à Adelfa.
"Descobri minha homossexualidade graças a Cristian, uma pessoas que esteve ao meu lado nos momentos mais difíceis", disse o argentino.
Depois de ficar viúvo, Waveqche alongou os cabelos e fez uma cirurgia para implantar colágeno nos lábios. Ele também voltou atrás em uma afirmação que fez na época do casamento e admitiu sua preferência por homens e não por "mulheres maduras".
Casamento em Santa FéAdelfa e Waveqche se casaram em Santa Fé, no dia 28 de setembro de 2007, em cerimônia civil. A união foi realizada na presença de amigos, parentes e de vários fotógrafos e jornalistas, que se interessaram pelo que acreditavam ser uma peculiar história de amor.
Os dois viviam juntos desde que a mãe de Waveqche morreu e Adelfa, amiga da falecida, convidou-o para morar com ela, quando "era só um menino, tinha 15 anos". Após quatro anos de convivência com Waveqche, Adelfa se deu conta que a relação "começava a tomar outra cor". "Um dia me abri com ele e lhe propus que mudássemos as coisas", afirmou ela na época.
A grande diferença de idade dos dois provocou desconfianças na Argentina sobre o interesse do noivo nos bens materiais da idosa. Waveqche negou as acusações em entrevistas a jornais locais, afirmando que sempre teve interesse em mulheres mais velhas.
Lua-de-mel no RioApós o casamento, os dois passaram lua-de-mel no Rio de Janeiro, a convite de um programa de televisão brasileiro. Sempre acompanhada de Waveqche, Adelfa visitou o Pão de Açúcar e a Rocinha.

Jovem ganha R$ 24 mi e comemora bebendo cidra

Uma jovem britânica que se tornou milionária após ganhar na loteria disse nesta terça que comemorou a vitória bebendo cidra e comendo feijão com torradas. Ianthe Fullagar, 18 anos, ganhou mais de 7 milhões de libras (cerca de R$ 24 milhões) e planeja abrir um escritório de advocacia, segundo o jornal Times.
Ianthe contou que quando soube que seus números haviam sido sorteados, ela e a mãe gritaram tanto que o cachorro da família se assustou e começou a mordê-la.
A jovem tinha jogado apenas uma vez antes na EuroMillions, quando resolveu arriscar a nova tentativa que a deixou milionária. Como ninguém ganhou sozinho a bolada de mais de 100 milhões de libras, ela e outros 14 jogadores dividiram o prêmio.
Segundo Ianthe, seus próximos planos são uma viagem para o Egito com a família e os amigos e a compra de um carro.
Esta é a segunda vez que um jovem morador de Cumbria ganha na loteria. Há cinco anos, Callie Rogers, então com 16 anos, ganhou 1,9 milhão de libras.